inspirado @ 14:33

Qua, 15/08/07

 
A cor da pele, o teu cabelo
o modo de andar
a curva arredondada das ancas
a parte onde a carne é mais branca
  
Os sussurros e os gemidos
Goles de sangue encarnado e doce
Bebidos da taça do meu ventre
Entram por este quadro dentro
Flechas e espinhos agudos
Na sombra resta apenas a memoria
Do que foi apenas um sonho
 
Mas este sonho, veneno de uma vida
2mg de amor por cada quilo de paixão
Um beijo de língua que
queima como ferro em brasa
Cego e Selvagem
 
A tua
língua de serpente,
desperta
os meus sentidos
e destrói
os meus pudores.
A tua grandeza
cravada em mim,
faz desabrochar
a flor
da minha pele.

Bebes o prazer
e traduzes-te
na taça
do meu ventre.
 Cravas
as
garras
Vertentes de vento,
furacões,
sismos
tempestades...

 O amor começa a sentir-se culpado?
Cuspo nesse lençol que cheira a cadáver
Não adianta beber o sangue sem comer o corpo
perdemo-nos nesta dose letal de amor

De fluidez,
transbordo,
E tu reiventas-me
 


dor @ 16:35

Qua, 15/08/07

 

Desculpa a pergunta no discurso directo:

- Então a Dose Letal de Amor, acabou por matar-te?! Não vais escrever mais poesia?!


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(nãopassa)


inspirado @ 23:09

Qua, 15/08/07

 

Obrigado por escreveres sempre comentarios aos meus poemas. é bom saber que conseguem chamar a atenção de tantas pessoas. Respondendo a tua pergunta este poema foi escrito numa situação que ocorreu há tempos atrás onde fui-me abaixo por causa de um grande amor que ainda hoje não esqueci mas tento esquecer com as palavras. Vou continuar a escrever porque é algo que me dá imenso prazer.
Para terminar volto a perguntar: Quem és tu ? Es homem ou mulher?
Sinto que és uma pessoa com muitas histórias para contar.
desculpa a minha insistência.
Bjs :)

dor @ 00:04

Qui, 16/08/07

 

Eu é tenho de pedir-te desculpa pela ousadia de invadir deste modo o teu espaço.

Mas, muitas das tuas questões têm que ficar sem resposta. Espero a tua compreensão. O teu entendimento.

Sobre o que escreves não só gosto como me ajuda a "matar" alguma coisa dentro de mim.

Histórias... não sei bem... mas creio que não, pelo menos de determinado modo. No entanto, se eu ganhar confiança em mim, novamente, se eu voltar a acreditar "neste mundo" confuso, pode até ser, que possa te indicar um local, onde de facto escrevo e sou verdadeiramente eu.

- Penso que é isso que eu ando à procura e escrevo... assim... coisas... que não deixam de ser verdadeiramente sentidas... CONFIANÇA! VOLTAR A ACREDITAR NAS PESSOAS. PELO MENOS TENTAR!



Uma espécie de local sagrado. Que quero e tenho que preservar.

Escrevo tudo isto, porque te senti sincero.

Por último - SOU UM SER FEMININO

Fica bem e escreve. Faz bem escrever. Ajuda-nos sim.

bj
da
(nãopassa)

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