inspirado @ 20:41

Ter, 09/10/07

Não sei como as estrelas brilham ou como existe noite e depois existe dia
Não sei como falaste no destino
Tudo o que sei é que o sangue do meu coração
É a cura dos teus sentimentos
Tudo o que sei é que deste tudo
Então deixa isso ser o suficiente, é tudo o que sei, é
tudo o que sei..

Não sei como o amor funciona
Ou como tu odeias-me
Não sei como suportas o meu ser
Tudo o que sei é que o sangue do meu coração
É a cura dos teus sentimentos
Tudo o que sei é que deste tudo
Então deixa isso ser o suficiente, é tudo o que sei, é
tudo o que sei..

E eu não posso explicar este mistério
Mas sei a resposta
Tudo o que sei é que o sangue do meu coração
É a cura dos teus sentimentos
Tudo o que sei é que deste tudo
Então deixa isso ser o suficiente, é tudo o que sei, é
tudo o que sei..

sinto-me: Não sei o que estou a sentir
música: Gwen Stefani - 4 In The Morning


inspirado @ 21:56

Qui, 04/10/07

    Tenho 18 anos. Estou no bar da faculdades, sozinho numa mesa onde nenhum colega se quer sentar, talvez devido as imensas lágrimas que correm dos olhos pelo rosto abaixo. As latas vazias e as garrafas de cervejam lembram os copos de papel da festa dos meus dez anos, quem me dera que estivesses de novo ao meu lado.

    Fiquei sentado ao teu lado, mãe no banco gelado do sombrio corredor daquele maldito hospital. Perdido no meio de labirintos procurava em vão alguém que me dissesse que não irias morrer. Fiquei nos cuidados intensivos durante onze dias. Não tinha sono nem fome, bebia cfé forte no velho bar onde alguns dos meus colegas de faculdade procuravam animar-me. Até que o médico me disse: 

     - O seu pai morreu.

    Ainda lembro-me bem as luzes das ambulâncias, portas a abrir e a fechar, médicos atarefados sem olharem para nós, o corpo dele ao fundo da sala. Tinha 53 anos e uma vida, uma linda mulher, um filho daqueles que não existem, e a Margarida de apenas 5 anos e que agora diz que o pai foi para o céu.

     - O seu pai morreu. Não pudemos fazer mais nada.

     - O meu pai....

    Os olhos dele eram azuis reflectidos no vidro da janela do bar da faculdade. Eram azuis sobre as janelas dos edifícios, das barbearias, dos cafés, das montras das lojas. Seres perdidos isolados e solitários. Naquela manhã os olhos de Pedro estavam ainda mais azuis, estava pálido, com ar de quem não dormira a noite inteira.

    Naquela manhã, no bar, olhei para ela sem dizer nada... olhava sempre assim quando estas coisas tristes aconteciam.

    Naquela manhã Inês abraçou-o com força, enquanto ele chorava.....

Continua....... 


sinto-me:
música: Savage Garden - To The Moon And Back


inspirado @ 21:10

Qua, 03/10/07

O Blog Enforquem o Cupido ! completa hoje 2 meses de existência. Obrigado a todos nós !


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