inspirado @ 21:15

Sab, 01/12/07

Uma voz murmura nos meus sonhos quebrados

O meu coração afunda no sangue-do-amor 
Não esqueco-me do teu rosto 

Todos os dias são como uma caminhada debaixo da chuva fria
Eu estou a perder o meu apoio
O amanhã é uma porta fechada


Estive morto por muito tempo 
Ninguém derramou uma lágrima

Estive morto por muito tempo 

Eu escrevo no ar morto, a figura do desespero
Eu vejo o silêncio em sorrisos de estranhos

Memórias daquela porta que agora se fecha para sempre

Questões são pedras no meu caminho
Eu continuo a caminhar de qualquer maneira

 



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